Vocês já repararam que nas escolinhas infantis costuma ter uma casinha?

Quando minha filha nasceu e eu comecei a conhecer o #mundocorderosa, a filha de uma blogueira amiga estava no auge da Sylvanian Families. Eu lembrava (vagamente) destes brinquedinhos lá no Japão e até pensei: quem sabe se chegamos nesta fase um dia? Afinal, eu adorava brincar de casinha e de famílias.
<3

Desde 1985, quando foi lançado o primeiro produto no Japão, os brinquedos nostálgicos ganharam o mundo e atraem pessoas de várias faixas etárias, baseados em três conceitos: natureza, família e amor.

As crianças podem explorar o poder da imaginação e aprender a cuidar e compartilhar com o próximo.

Essa casa da foto é uma das que abrem e fecham na lateral, assumindo a forma de uma casa real. Quando o andar de cima e as escadas estão conectados, os personagens podem chegar a todos os 4 quartos. Quando aberta, a linda casa mostra 5 ambientes e parte do piso pode ser usada como parte da área interna ou ser virada para ser usada como uma área de jardim.

Não sei se a fase já chegou aqui – e ainda não decidi se vou pagar para ver, pois os valores são beeeeem salgados e a gente precisa ter segurança de que a criança vai aproveitar, né? Mas euzinha aqui adoraria!

(risos)

Vocês já repararam que nas escolinhas infantis costuma ter uma casinha?

Em brincadeiras de família, de casinha, de mercadinho, de escola, a criança pequena pode recriar seu mundo e também o que ela vê representado nas histórias, ajudando-nos a compreender a cultura, os valores, desejos e, principalmente, as necessidades delas.

“O brincar proporciona a troca de pontos de vista diferentes, ajuda a perceber como os outros o veem, auxilia a criança de interesses comuns, uma razão para que se possa interagir com o outro. Essa criança tem, em cada momento da vida criança, uma função, um significado diferente e especial para quem dela participa.”
(Brasil Escola)

Favorecer o brincar possibilita que os pequenos representem os papéis que escolheram para brincar independente do sexo, que brinquem de casinha, boneca ou panelinhas, joguem bola, saltem, corram, pulem ou subam em árvores ou brinquedos do parquinho, recriando momentos de herói ou bandido, heróis que fazem parte do seu cotidiano, de sua sociedade.

Brincar estimula a criatividade e o pensamento cognitivo das crianças

 

Em épocas como Dia das Crianças ou Natal é sempre válido lembrar: brincar é mais do que ter brinquedos. É soltar a imaginação, é atuar, é existir e permitir que o cérebro (em especial o infantil) se exercite.

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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