Mitos e temores em relação às doenças infectocontagiosas nos dois primeiros anos de vida #maisqueumpalpite

Pode ser a vizinha, o amigo, um parente ou até mesmo um desconhecido: parece que todo mundo tem um conselho “infalível” para o seu filho, não é? Mas, quando o assunto é saúde infantil, melhor mesmo é ouvir a palavra de quem mais entende do assunto!

Estivemos (Sam e Vivi) no lançamento da campanha Mais que um Palpite da Sociedade Brasileira de Pediatria, que promete trazer informações seguras sobre as grandes dúvidas das famílias na hora de cuidar dos pequenos. E com a confiança de quem mais entende de criança: o pediatra.

Pode ser a vizinha, o amigo, um parente ou até mesmo um desconhecido: parece que todo mundo tem um conselho “infalível” para o seu filho, não é? Mas, quando o assunto é saúde infantil, melhor mesmo é ouvir a palavra de quem mais entende do assunto. Hoje estivemos (@samegui e @vivikoyama) no lançamento da campanha @maisqueumpalpite da Sociedade Brasileira de Pediatria, que promete trazer informações seguras sobre as grandes dúvidas das famílias na hora de cuidar dos pequenos. E com a confiança de quem mais entende de criança: o pediatra. Breve contaremos tudo no blog! www.maisqueumpalpite.com.br #MaisqueumPalpite #maecomfilhos 😘 @samegui #mãesreais #momblogger #mãescristãs #mãedeadolescente #mãedemenina #mãedemeninos #attatchmentparenting #criacaocomapego #brincadeira #maede3 #abracosquecuram #encontrosquetranaformam #colunistasmaecomfilhos #forçameninas #maeefilha #maedemenina #eumederretomuito (É sempre ótimo revê-las @namiradamamae @mamaevirtual @sampacomcriancas @angeliicapontocom 😘😘😘😘)

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De acordo com o presidente do Departamento de Imunizações da SBP, pediatra Renato Kfouri, os chamados palpiteiros sempre tentaram influenciar a educação e desenvolvimento das crianças.

“Antigamente eram as avós, as comadres. Aqueles que já tiveram filhos eram os conselheiros e orientadores dessas mães. Hoje, a gente vê, no mundo digital, as pessoas com acesso muito fácil a informações sobre orientação dos filhos, não só através das blogueiras e influenciadoras, mas também nas redes sociais, de uma maneira geral.”

Hoje em dia, com a internet, são tantas as informações disponíveis na rede sobre saúde infantil – boa parte pouco confiáveis, admitamos – que a SBP achou valioso promover esta campanha.

“Na internet se busca informações sobre a melhor chupeta, o melhor andador, a segurança no bebê, como alimentar um filho, então você tem essa informação muito disponível, e essas informações rapidamente disponíveis nem sempre são providas de qualidade ou estão embasadas em evidências científicas.”

O objetivo da campanha é prover as famílias de informações confiáveis sobre saúde infantil com foco no desenvolvimento seguro das crianças, tocando em temas como alimentação, lazer, amamentação e imunidade.

Sim, vacina faz parte porque um dos parceiros da SBP neste projeto é a Pfeizer. E olha, gente, até achei legal ter de cara esta assinatura conjunta, assim não fica uma coisa mal-resolvida ou subentendida e a gente até pode filtrar a ênfase em algumas coisas, né?

O fato é que o campo da vacinação é bastante afetado pelas notícias falsas, as fake news, usando um termo da moda. Aliás, um dos modismos em alguns grupos de pais “conscientes” é questionar a imunização das crianças pequenas, o que nós do @maecomfilhos consideramos bem temerário.

“Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016, 53% das crianças e adolescentes do país estavam com a carteira de vacinação desatualizada, o que levou a pasta a promover uma campanha de multivacinação no ano passado.”

E já que trouxe dados estatísticos, o evento de lançamento da campanha #maisqueumpalpite apresentou também uma pesquisa do Ibope Conecta sobre os principais mitos e temores de pais e mães em relação às doenças infectocontagiosas nos dois primeiros anos de vida.

Vejam o que ouvimos lá:

  • Os dados da pesquisa, que ouviu pais das classes A, B e C, apontam que os mitos estão em todos os estratos sociais.
  • Chuva, vento e sereno são os elementos mais lembrados, por exemplo, quando os entrevistadores perguntam aos pais sobre os fatores que mais expõem as crianças pequenas às doenças infectocontagiosas. Essa relação é apontada, equivocadamente, por 63% da amostra. E a porcentagem sobe para 70% entre os entrevistados da classe A, chegando a 67% na classe C.
  • Por outro lado, os fatores que, de fato, mais favorecem a transmissão dessas doenças, como a permanência em locais fechados e o convívio com irmãos mais velhos, são menos citados.
  • O conhecido mito de que as vacinas costumam causar a doença que deveriam prevenir também aparece no levantamento. Pelo menos um a cada cinco pais entrevistados acredita que essa relação é verdadeira, proporção que sobe para mais de 1 a cada três quando se analisa apenas a classe A. Além disso, a porcentagem daqueles que dizem não saber se essa relação é ou não verdadeira também se mostra alta, chegando a 26% na média do total de entrevistados, apontou a pesquisa.
Nota da editora:
Aguardamos uns dias para ver se o site teria alguns updates novos, mas ainda não vimos nada diferente por lá! Honestamente, acho uma pena porque seria um ótimo canal para, como eu sugeri no evento ao fazer minha colocação para os palestrantes, nós (mães blogueiras) estreitarmos laços com médicos e termos para quem perguntar o que está certo ou errado nos mitos e rumores que ouvimos na internet. Estamos de olho, vamos continuar acompanhando para ver como o trabalho avança. 🙂
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Viviane Koyama

Vivi Koyama, apaixonada por ser mãe do Gustavo #aos7 e da Melissa #1ano. Tenho 39, sou RP, adoro livros, escrever, viajar, sonhar acordada, ouvir música, assistir séries, bater papo - tudo que faço bem menos do que gostaria. Já fui bem mais conectada, estou em uma fase de valorizar os momentos offline e de sentir uma gratidão imensa pela vida. Deus é maravilhoso!

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