Vírus Sincicial Respiratório

Há alguns dias teve #postnoblog sobre os sinais de que devemos levar a gripe a sério. O primeiro deles é saber diferenciar gripe de resfriado! E entender também as viroses mais graves, que fogem do padrão.

8 mitos sobre a gripe que os pais podem parar de acreditar agora mesmo!

Tem muitos mitos por aí, muitos mesmo! Eu estava no posto de saúde outro dia, para meu filho adolescente tomar a segunda dose de vacina contra HPV e na espera ouvi cada besteira sobre o H2N3 e outros vírus mortais de gripe que me assustei!

Vale dizer:

Não existe o subtipo “H2N3” de vírus da influenza no Brasil.

Essa é uma informação inverídica que está circulando nas mídias sociais. Os vírus de influenza que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B.

Há alguns dias teve #postnoblog sobre os sinais de que devemos levar a gripe a sério. O primeiro deles é saber diferenciar gripe de resfriado! E entender também as viroses mais graves, que fogem do padrão. 😉 @samegui #maecomfilhos #Repost @minsaude ・・・ Não existe o subtipo “H2N3” de vírus da influenza no Brasil. Essa é uma informação inverídica que está circulando nas mídias sociais. Os vírus de influenza que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacinação contra gripe, que começa na 2ª quinzena de abril, protege contra esses três tipo de vírus. Saiba mais no Portal Saúde, acessando bit.ly/2GR1XwT #VacinarÉProteger #gripe #resfriado #virose #vacinadagripe #h2n3 #h1n1 #influenza (via @drbacteriaoficial)

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A vacinação contra gripe, que começa agora, protege contra esses três tipo de vírus.

Segundo o Portal Saúde,

“O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave. Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.”

Alguns públicos, como os bebês ou crianças (e adultos) com doenças crônicas (como minha filha, que tem asma, ou quem tem problemas cardíacos), podem precisar de prevenção extra.

Para públicos especiais, a Sociedade Brasileira de Imunização e o Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam imunização preventiva de bebês prematuros (nascidos na “estação do vírus”) e cardiopatas ou broncodisplásicos, por sofrerem mais o impacto da infecção pelo VSR (Vírus Sincicial Respiratório ), que tem sua temporada de circulação agora na região Sudeste do Brasil. De caráter sazonal, geralmente circula nas estações de outono e inverno nos países de estações bem definidas, apesar de não estar relacionado às baixas temperaturas.

O VSR, um vírus de caráter sazonal – circula em cada região numa determinada época do ano – é a principal causa de infecções respiratórias graves e hospitalizações recorrentes:  em crianças acima de dois anos e adultos saudáveis,  causa sintomas semelhantes aos de um simples resfriado, mas pode ser fatal em bebês prematuros ou com fatores de risco associados.

Bebês prematuros, nascidos com menos de 29 semanas, portadores de cardiopatia congênita, podem receber a imunização contra o VSR pelo SUS – a época e os critérios de imunização podem variar de Estado para Estado.  A imunização contra VSR também passou a ser incluída nos procedimentos obrigatórios oferecidos por planos de saúde privados, segundo atualização da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar

O VSR é duas vezes mais comum que o rinovírus, segundo dados do estudo BREVI que acompanhou, por um ano, 303 bebês nascidos com ou abaixo de 35 semanas de gestação, em três centros de pesquisa (Porto Alegre, Curitiba e Ribeirão Preto). Já o estudo Previne (Prevalência, Fatores de Risco, Índices de Codetecção e Sazonalidade de Vírus Respiratórios em Crianças com Infecções no Trato Respiratório Inferior no NE do Brasil)  realizado nas cidades do Sudeste identificou que o VSR é 40% mais comum entre bebes com infecções graves.

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Em bebês prematuros, o VSR pode causar infecções respiratórias graves, hospitalizações recorrentes, com necessidade de ventilação mecânica; em crianças acima de dois anos e adultos saudáveis causa sintomas semelhantes aos de um simples resfriado, mas pode ser fatal em caso de bebês prematuros ou com fatores de risco associados.

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Bronquiolite e pneumonia são suas formas frequentes de manifestação de infecção causada por VSR. A longo prazo, uma das suas consequências mais comuns é o chiado recorrente no peito, que pode perdurar até os 13 anos de idade. Não há tratamento específico para a infecção por VSR e, por isso, medidas profiláticas para evitar o contágio e a transmissão do vírus são essenciais.

O calendário de imunizações para bebês prematuros pode ser consultado no site da Sociedade Brasileira de Imunizações: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-prematuro.pdf

Entre as medidas preventivas incluem-se lavar as mãos frequentemente e sempre antes de tocar no bebê (o vírus permanece vivo nas mãos por mais de uma hora), evitar aglomerações; higienizar sempre os objetos do bebê (em superfícies não porosas, o VSR pode sobreviver por mais de 24 horas), evitar o contato do bebê com crianças mais velhas e adultos com sintomas de resfriados ou gripes e também evitar contato com fumantes e ambientes poluídos.

 

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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