Sessenta dias sendo mãe

Eu não gosto de falar o lado difícil das coisas, até porque não gosto de ser a chata do rolê e acabar com o otimismo das pessoas. Mas aprender a ser mãe não é fácil, embora seja a maior aventura da (minha) vida.

Não vou dizer que é um terremoto que abala as estruturas, porque isso muda muito de mulher para mulher. O que foi muito difícil para mim, pode ser facílimo para você e vice versa.

A real é que a gente, quase sempre, dá conta de coisas que nem imaginava. Quem diria que eu conseguiria fazer mais de duas coisas ao mesmo tempo?

eu não gosto de falar o lado difícil das coisas, até porque não gosto de ser a chata do rolê e acabar com o otimismo das pessoas. mas aprender a ser mãe não é fácil, embora seja a maior aventura da (minha) vida. não vou dizer que é um terremoto que abala as estruturas, porque isso muda muito de mulher para mulher. o que foi muito difícil para mim, pode ser facílimo para você. a real é que a gente, quase sempre, dá conta de coisas que nem imaginava. amamentar é maravilhoso, mas pode ser difícil. dói quando o bebê não pega certo e a gente precisa ensinar ele. mas no hospital você escuta: "mãe, não pode doer, se doer tá errado". mas a dor não é algo pessoal? como delimitar isso? amamentar dá sede, então tente garantir sempre a garrafa de água perto. talvez não dê sede durante, mas é bom beber água antes de amamentar para garantir a produção e depois para você se hidratar. a privação de sono pesa, mas passa. porque o nosso organismo é sábio. a natureza é sabia. Deus é sábio. talvez você tenha vontade de chorar, baby blues bate com tudo em muitas mulheres e em outras não faz nem cócegas. não é uma regra, não é uma ciência exata. tem gente que sofre. sofre muito. sofre apesar de ter um ser humaninho lindo e amado no colo. não tenha medo de errar, sabe? tudo é aprendizado! você é a melhor mãe para seu filho. não importa o que possam dizer! ele precisa de você e você dele. é incrível a sintonia. dê muito colo, se puder e quiser. dê muito peito, se conseguir. peito não é só alimento. é acalento, é anestesia para a dor, é calor em dias frios, é segurança. a gente pensa no quarto perfeito, nos acessórios que vão nos ajudar a criar nosso filho. e tá tudo bem com isso. mas no fundo, um bebê precisa mais de contato pele com pele do que qualquer coisa material que possamos oferecer. o medo pode vir mesmo se o seu filho foi a coisa que você mais desejou nessa vida. assumir que está difícil não quer dizer que você não quer ser mais mãe. só quer dizer que você é humana. e adivinha? nossos filhos precisam disso. de uma pessoa real, cheia de amor, paciência e cuidados. e é isso. um dia de cada vez, sempre. você vai se sair muito bem! #maedeprimeiraviagem #puerperio

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Amamentar é maravilhoso, mas pode ser difícil. Dói quando o bebê não pega certo e a gente precisa ensinar ele. No hospital você escuta: “mãe, não pode doer, se doer tá errado”. Só que às vezes dói e eu me pergunto: a dor não é algo pessoal? Como delimitar o que é a dor de uma ou da outra?

Amamentar dá sede, então tente garantir sempre a garrafa de água perto. talvez não dê sede durante, mas é bom beber água antes de amamentar para garantir a produção e depois para você se hidratar.

A privação de sono pesa, mas passa, pelo menos aquela loucura dos primeiros dias passa. No entanto, aprendi com o grupo de mães aqui do blog, que o sono nunca mais será o mesmo. Só muda a preocupação conforme a idade do filho.

Nosso organismo é sábio. A natureza é sabia. Deus é sábio. Então nossos corpos vão se adaptando para casa fase. Talvez você tenha vontade de chorar, o baby blues bate com tudo em muitas mulheres e em outras não faz nem cócegas.

Depressão pós-parto atinge quase metade das mulheres no Brasil

 

Não é uma regra, não é uma ciência exata. Tem gente que sofre. Sofre muito. Sofre apesar de ter um ser humaninho lindo e amado no colo. E tem gente que passa tudo sem nem derramar uma lágrima. Cada uma tem um tempo!

Não tenha medo de errar, sabe? Tudo é aprendizado! Você é a melhor mãe para seu filho. Não importa o que possam dizer! Ele precisa de você e você dele. Então, dê muito colo, se puder e quiser. Dê muito peito, se conseguir. Peito não é só alimento. É acalento, é anestesia para a dor, é calor em dias frios, é segurança, entre tantas outras coisas.

A gente pensa no quarto perfeito, nos acessórios que vão nos ajudar a criar nosso filho. E tudo bem com isso, em querer o melhor para nossos filhos. Mas no fundo, um bebê precisa mais de contato pele com pele do que qualquer coisa material que possamos oferecer.

O medo pode vir mesmo se o seu filho foi a coisa que você mais desejou nessa vida. Assumir que está difícil não quer dizer que você não quer ser mais mãe. Só quer dizer que você é humana. E adivinha? Nossos filhos precisam disso. De uma pessoa real, cheia de amor, paciência e cuidados.

É isso! Um dia de cada vez, sempre. Você vai se sair muito bem! Eu tenho aprendido todo dia e sei que estou só no começo dessa jornada. É incrível me ver em sintonia com o Benjamin. Embora saiba que as coisas podem mudar de um dia para outro! Então, importante lembrar que é preciso viver casa fase como se fosse única… Porque, na verdade, é única mesmo.

Tomando café com meu filho mais velho, antes dele sair para a faculdade, vi um filme passar na memória: as noites sem dormir, os dias intermináveis, o cansaço, a solidão dos primeiros meses. Eu acreditava que quando ele tivesse apenas 17 anos tudo pareceria tão fácil? Duvido! A verdade é que toda grávida escuta: – aproveite, passa rápido! 🕰 e o tempo é mesmo implacável com os pais! 🙄 E eu lembro do meu primeiro bebê. Achei que tinha curtido todas as manadas, os sorrisos de confiança em mim como o centro do seu universo, as risadinhas de alegria genuína, a respiração pacífica de quem se sente seguro. 💞 E igualmente lembro da pressão para aproveitar cada minuto, não deixar de tirar nenhuma foto, usar todas as roupinhas lindas que de repente não cabem mais… dos sentimentos ambíguos com minhas necessidades pessoais, a culpa por ser egoísta em alguns momentos, a surpresa do alívio de estar só, a dificuldade de me reconhecer no corpo de quem pariu. 😕 Se você está num desses momentos, amiga, receba meu abraço virtual. Não se sinta só, louca, sem forças, não desanime. Confie, a Deus e a quem te ama, esses sentimentos naturais, permita-se ser humana e ser acolhida nos detalhes que fazem você estar viva e ser a melhor mãe que pode. E, não esqueça: faça do amor seu combustível, sem esquecer que é preciso se amar para poder dar e receber amor, tá? 💞 (por @samegui 👩‍👦‍👦mãe do #enzo #aos17 #giorgio #aos15👩‍👧e da #manuela #aos4) #maecomfilhos #mãesreais #momblogger #streamteam #mãescristãs #mãedeadolescente #mãedemenina #mãedemeninos #attatchmentparenting #criacaocomapego #babyblues #depressaoposparto #cansacomaterno #bebe #recemnascido #amamentacao #livredemanda (📷 @mermyhh no pixabay)

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Sara Martinez, 31 anos, jornalista, cristã, mãe do Benjamin, o milagre de Natal de 2017 e “humana” do Billy, um lhasa apso de #10anos. Escreve sobre o amor que sente por São Paulo no @pelocentro, onde compartilha dicas da cidade juntamente com sua irmã. Gosta de desenhar palavras coloridas no @fasesinfrases. É maratonista profissional de seriados no Netflix, inscrita em mais canais do que consegue assistir no YouTube e leitora apaixonada. No Twitter e Instagram: @sarafcmartinez.

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