https://www.flickr.com/photos/pgoyette/2121551502/in/photolist-4etvmb-gYbhEd-RH43M5-GWxeLB-KCzzz-22hz5AV-pzJaU4-ufcNx-8FX6-6bWazs-H9oogJ-9dPkc8-gVuCn9-c8dxJG-b7kSSk-6bRXbR-ogaQa-nS1Rh-85fBZy-iWbkd2-6bS2YD-bu6C1v-jwMi7f-76hJNn-96Vedg-bnkNEZ-kGMJtQ-5cBbYT-4WuNVC-fddrxm-nS1Qq-4V2o6A-5uyNBi-9uwvtU-T4oU4W-SaGtdM-9HqAnf-i8SV8-pXCiJm-5uyN5P-bDaiP4-iDSGsi-ccrbm5-kd8wXY-obADSZ-VVwjm3-4To1VR-7EHjF5-cLYExE-d73y9w

Quando desconhecidos ajudam uma mãe no aeroporto

Nesta semana, recebi um presente maravilhoso que Ingrid Strelow, uma relato real de um grupo de mulheres que se reuniu para ajudar uma desconhecida num aeroporto.

Quem por acaso já esteve no aeroporto de Los Angeles (LAX é o o quinto aeroporto mais movimentado do mundo) consegue avaliar um pouco melhor… passei algumas vezes por lá, numa delas estava grávida de 5 meses e o tamanho do local cansa só de pensar. Estava com meu marido e não consigo nem me imaginar sozinha lá e com outro pequenino!

Eu vivi uma história querida com desconhecidos num aeroporto também: indo para Miami, para comemorar o aniversario de 1 ano da Manu, ela se encantou com umas menininhas mexicanas no voo (que tinha escala no Mexico) e a gente deixou elas “conversarem” na medida do possível.

Ao chegarmos no aeroporto, encontramos a mesma família quando fomos para pegar as malas e o carro alugado, e as meninas que deviam ter uns 3 e 5 anos pediram para a mãe brinquedos, sentaram no chão e dividiram com Manu…

Antes, claro, me olharam e perguntaram se eu não tinha levado uma pelúcia para ela!

Admito que foi um bom puxão de orelhas para uma mãe que estava relembrando como era ter filho pequeno e evito sair sem brinquedos na bolsa, mas o fato é que, naquele dia, as meninas generosas e seus pais simpáticos salvaram a manhã de aniversário da nossa pequena viajante.

Curiosiodade: um dos brinquedos era o “Barulhento”, um peixinho da Doutora Brinquedos, a personagem que se tornaria a favorita da Manu

Esta maravilhosa história foi compartilhada no Facebook de Beth Bornstein Dunnington, que participou de um momento inesquecível no Aeroporto Internacional de Los Angeles.

“Algo extraordinário aconteceu no aeroporto de LAX hoje… (escrevendo isso no avião). Eu estava no portão, esperando para chegar no meu avião que ia para Portland. Os vôos para duas cidades diferentes estavam embarcando em ambos os lados dos portões que iam para Portland. Uma criança, que parecia ter menos de dois anos de idade, estava correndo entre os assentos, chutando e gritando, depois deitando no chão, recusando-se a embarcar no avião (o que não estava indo para Portland). Sua jovem mãe, que estava claramente grávida e viajando sozinha com seu filho, ficou completamente sobrecarregada… ela não conseguiu pegá-lo porque ele estava tão chateado que continuava fugindo dela, então deitava no chão, chutando-a e gritando de novo. A mãe finalmente sentou no chão e colocou a cabeça nas mãos, com o filho ao lado dela ainda gritando e começou a chorar.

Então, algo lindo aconteceu (estou chorando enquanto escrevo isso)… as mulheres que estavam no terminal (aproximadamente seis ou sete de nós) e que não se conheciam, aproximaram-se e cercaram a mãe, o menino e nos ajoelhamos formando um círculo ao redor deles. Eu cantei ‘A Dona Aranha’ para o garotinho… uma mulher tinha uma laranja que ela descascava, outra tinha um pequeno brinquedo na bolsa que ela então deu para a criança brincar, enquanto outra mulher deu à mãe uma garrafa de água. Alguém mais ajudou a mãe a tirar a mamadeira da bolsa e a dar ao filho. Foi tão lindo, não havia discussão e ninguém ali se conhecia, mas conseguimos acalmá-los, e ela conseguiu entrar com o filho no avião. Somente as mulheres se aproximaram.

Depois que eles atravessaram a porta, todas voltamos para nossos assentos separados e não falamos sobre isso… nós éramos estranhas, reunidas para resolver algo. Ocorreu-me que um círculo de mulheres unidas, com uma mesma missão, pode salvar o mundo. Eu nunca esquecerei aquele momento.”

Você pode ler o post original em inglês aqui http://bit.ly/2C7x98D (Via Empodere Duas Mulheres)

(Foto de destaque daqui)

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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