O grupo As Clês foi fundado em 2012 pelas atrizes Beatriz Diaféria e Junia Magi com a intenção de trazer ao público infantil toda a riqueza das histórias, significados e aprendizados presentes nas mais diversas mitologias construídas por grupos humanos em diversas épocas e regiões.

As Clês contam histórias na Casa das Rosas

Nos meses de janeiro e fevereiro, a Casa das Rosas recebe a dupla As Clês com uma programação especial de contação de histórias para toda família, sempre aos domingos às 15h00. O museu, que fica no começo da Av. Paulista, será palco de narrativas sobre artes e música brasileiras, mitologia grega e indígena, e sobre a vida e a obra de Pagu e Chiquinha Gonzaga – mulheres revolucionárias para suas épocas.

Abrindo a temporada, no dia 14 de janeiro, a criançada poderá conhecer a história de Patrícia Galvão, a Pagu, famosa feminista, escritora e integrante do movimento modernista. As pinturas Abaporu, de Tarsila do Amaral, e Ventania, de Anita Malfatti, são encarnadas pela dupla As Clês para narrar a trajetória da importante artista.

Em seguida, no dia 28 de janeiro, A ascensão de Zeus será apresentada para ensinar os pequenos sobre a mitologia grega. As Clês interpretam as ninfas Plêiades e Limnátides, e abordam o mito da ascensão de Zeus, perseguido por seu pai, Cronos, quando esse descobre que seu filho seria o próximo deus supremo do Olimpo.

No dia 11 de fevereiro, a dupla conta a história de Chiquinha Gonzaga, primeira mulher a reger uma orquestra no país em pleno século 19. Sol e Mi se transportam para o Brasil dessa época e encontram uma mulher que revolucionou seu tempo. Ao tentar aprender a tocar um instrumento, descobrem Chiquinha e seus movimentos em prol da libertação da mulher dentro do mundo da música. A criadora de Ó Abre-Alas, primeira marchinha de carnaval, ensinará muito mais que notas para as nossas narradoras.

E fechando a programação, no dia 25 de fevereiro, O surgimento da vida na Terra será encenado pela dupla, que narra as aventuras de Tateca e Tatica, duas tatus gigantes que se abrigam na borda do céu. Inspirada da mitologia indígena, a história é sobre a origem da vida na Terra, inaugurada pelas tatus e pelos indígenas Caiapós.

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Do grupo:

O grupo As Clês foi fundado em 2012 pelas atrizes Beatriz Diaféria e Junia Magi com a intenção de trazer ao público infantil toda a riqueza das histórias, significados e aprendizados presentes nas mais diversas mitologias construídas por grupos humanos em diversas épocas e regiões.

 

SERVIÇO:

Pagu

  • Domingo, 14 de janeiro – às 15h
  • A ascensão de Zeus
  • Domingo, 28 de janeiro – às 15h

Chiquinha Gonzaga

  • Domingo, 11 de fevereiro – às 15h

O surgimento da vida na Terra

  • Domingo, 25 de fevereiro – às 15h

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

  • Avenida Paulista, 37 – Paraíso – São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do metrô)
  • Telefone: (11) 3285-6986 | 3288-9447
  • Funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h
  • Convênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos, 74 (exceto domingos e feriados)
  • www.casadasrosas.org.br
Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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