crianças tímidas no natal Mike Arney

Parem de obrigar as crianças a “amarem” os parentes ausentes

Já falamos muito sobre respeitar o jeito reservado das crianças tímidas e sobre não forçar crianças a beijarem e abraçarem todo mundo.

Na nossa cultura, abraços e beijos são uma maneira comum e esperada de cumprimentar as pessoas da família. Quando chega o Natal então, como fazer diferente?

Mas e se o seu filho não gosta de dar abraços?

Não é incomum que crianças pequenas evitem abraços e beijos de quem conhecem bem. Logo fica um climão, já aparece alguém taxando a criança de tímida ou mal educada e assim a coisa toma um rumo desnecessário.

É importante ensinar as crianças que têm o direito de estabelecer seus próprios limites físicos, mas é igualmente essencial ajudar as crianças a encontrar formas alternativas de saudação de amadas e demonstrar carinho se não gostam de abraços. Ajude os pequenos e os tímidos a lidarem com abraços indesejados, ensinando-os a estabelecer limites, ajudando outras pessoas a entender a preferência do seu filho e a encontrar outras maneiras para que seus filhos mostrem carinho aos amigos e parentes.

E, vale lembrar para o adulto: raramente uma criança é fria com quem sempre convive com ela.

Se há convivência frequente (que pode ser até pelo whatsapp!), parceria, lembranças recentes positivas e carinho, raramente a criança reagirá mal. O que causa estranheza é a distância e frieza, pois a criança não tem internalizado o senso de obrigação que a gente tem! 

(ainda bem, né?)

Aqui trago outro ponto também valioso nesta época de férias e festas de fim de ano e encontros de família: amor não pode ser obrigação.

Já falamos muito sobre respeitar o #jeitoreservado das #criançastímidas e sobre não forçar crianças a beijarem e abraçarem todo mundo. Aqui trago outro ponto também valioso nesta época de #ferias #festasdefimdeano e #encontrosdefamilia: amor não pode ser obrigação. Forçar uma criança a "amar" aquela tia que nunca sabe quantos anos o pequeno tem ou aquele tio que só faz piada troll não tem sentido, não ensina nada. E o que dizer de forçar a convivência com tios e primos que não têm os mesmos #valores que a #familia? Tem sentido? Eu creio que não e evito sem culpa. E vocês? Continua no #postnoblog http://www.maecomfilhos.blog.br/2017/12/amor-nao-pode-ser-obrigacao.html (por @samegui 👩‍👦‍👦mãe do #enzo #aos17 #giorgio #aos15👩‍👧e da #manuela #aos4) #maecomfilhos #mãesreais #momblogger #streamteam #mãescristãs #mãedeadolescente #mãedemenina #mãedemeninos #attatchmentparenting #criacaocomapego

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Forçar uma criança a “amar” aquela tia que nunca sabe quantos anos o pequeno tem ou aquele tio que só faz piada troll não tem sentido, não ensina nada.

E o que dizer de forçar a convivência com tios e primos que não têm os mesmos valores que a família? Tem sentido? Eu creio que não e evito sem culpa.

E vocês?

Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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