Crianças índigo

Nesta semana vi em casa, do jeito que gosto, um filme brasileiro, com jeito de sessão da tarde: A Menina Índigo.

Como mãe, achei angustiante tanta “liberdade”…  (risos)

Mas satisfez minha curiosidade com o tema (espiritualista, de uma religião diferente da minha), embora não tenha mudado minhas crenças. 🙏🏼

O #cinemaemcasa dessa segunda-feira traz um filme brasileiro, com jeito de sessão da tarde: #ameninaíndigo. Como mãe, achei angustiante! (risos) Mas satisfez minha curiosidade com o tema (espiritualista, de uma religião diferente da minha), embora não tenha mudado minhas crenças. 🙏🏼 “Este é um filme que conta como uma menina de sete anos provoca um choque nas relações familiares ao obrigar todos ao seu redor a repensarem suas vidas”. É assim que o diretor Wagner de Assis definiu o longa que chega às plataformas digitais no dia 7 de dezembro. 📝 "Sofia (#LetíciaBraga) é uma menina de sete anos que apresenta comportamento considerado fora do padrão na escola e em sua relação com os adultos. Sua mãe, Luciana (#FernandaMachado), acredita que ela tem algo especial que a faz curar as pessoas. Quando vai morar com o pai Ricardo (#MuriloRosa), o que parecia ser apenas um movimento de reaproximação entre pai e filha, torna-se o momento de quebra de paradigmas para todos." 🙂 #filme #dicadefilme (por @samegui 👩‍👦‍👦mãe do #enzo #aos17 #giorgio #aos15👩‍👧e da #manuela #aos4) #maecomfilhos #mãesreais #momblogger #streamteam #mãescristãs #mãedeadolescente #mãedemenina #mãedemeninos #attatchmentparenting #criacaocomapego (com @sinny.assessoria)

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“Este é um filme que conta como uma menina de sete anos provoca um choque nas relações familiares ao obrigar todos ao seu redor a repensarem suas vidas”. É assim que o diretor Wagner de Assis definiu o longa.

“Sofia (Letícia Braga) é uma menina de sete anos que apresenta comportamento considerado fora do padrão na escola e em sua relação com os adultos. Sua mãe, Luciana (Fernanda Machado), acredita que ela tem algo especial que a faz curar as pessoas. Quando vai morar com o pai Ricardo (Murilo Rosa), o que parecia ser apenas um movimento de reaproximação entre pai e filha, torna-se o momento de quebra de paradigmas para todos.”

Na verdade, Sofia é representante de uma nova geração de crianças chamadas de índigos, que, acredita-se, tem potencial transformador da sociedade.
É nas relações entre os personagens que aparece toda a força da menina. Uma nova geração que tem sido chamada de Índigo, representada por Sofia, apresenta comportamentos novos, questionamentos sobre normalidade, posturas surpreendentes e, também, um olhar espiritualizado para todas as coisas, contou o diretor, que se envolveu muito no projeto. Ele explica porque a temática do filme é tão necessária.
“Este filme nasce de um interesse de falar destes novos tempos e contar a história de uma integrante desta nova geração. Não queremos fazer uma análise de cenário apenas ou defender uma tese, mas sim, a partir de alguma coisa nova, algo que nos impulsione, recarregar nossa porção de esperança num presente e futuro melhores. Mesmo com tantas crises, principalmente a falência ética e moral de boa parte da nossa sociedade, temos que respirar fundo e prestar atenção no que vem por aí. Torna-se fundamental então olhar nossas crianças com um outro olhar – e não com aquele olhar paternalista e assistencialista do passado”.
O autor e diretor do filme conta ainda que o projeto do filme nasceu de um grande estudo e, principalmente, do interesse de olhar os tempos atuais “com novos olhos”. Tudo começou nos anos 1970, quando a psicóloga americana Nancy Ann Taylor percebeu em pacientes crianças as mesmas colorações de auras. Todos apresentavam os mesmos problemas de relacionamentos com o mundo, as mesmas questões em relação ao conceito de normalidade, os mesmos conflitos com pais autoritários e insensíveis, e, também, a mesma forma de lidar com o conhecimento que vinha da escola.
Minha curiosidade vinha justamente daí: desde que meus filhos nasceram, eu escuto pessoas me falarem que eles são índigo e me sugerindo a leitura do livro. 
Parece que aconteceu o mesmo fenômeno com o diretor do filme. Ele conta que se interessou pelos padrões dos comportamentos e dos problemas dessas crianças com capacidades e possibilidades nunca antes vistas na nossa sociedade.
Pode-se até dizer que é a sociedade pós-moderna que possibilita a essas crianças serem assim, mas, como os dias atuais são sombrios, como explicar que essas crianças tenham tanta humanidade, sensibilidade, senso de justiça e ética que independem do mundo que veem ao seu redor?
Não sei responder. Mas… não tenho dúvidas de que, independente do nome e da justificativa, eles são presentes de Deus para nós. 
O filme estará disponível para compra ou locação online a partir do dia 7 de dezembro no NOW (R$11,90) e também no VIVO PLAY (R$ 11,90) / Google Play (Compra R$24,90 Aluguel R$6,90) / iTunes (Compra US$6.99 Aluguel US$2.99).
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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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