O cobogó voltou pra ficar

Cobogó são as inicias do sobrenome de três engenheiros, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de is, criadores do elemento vazado em cimento em 1929, que mudaria para sempre a fachada da maioria dos imóveis no nordeste brasileiro.

O cobogó foi criado para suprir a necessidade de proteção ao mesmo tempo que tinha a função de manter o ambiente arejado e iluminado, a matéria usada em sua fabricação na época era o cimento e desde então com sua popularização, outros materiais foram utilizados como vidro e cerâmica, em diversos formatos e cores.
Um dos pontos turísticos em Olinda, PB é a vista para toda a cidade de cima de uma caixa d´água, construída em 1935, com sua lateral repleta de cobogós.

Caixa d’água no Alto da Sé, em Olinda, foi
construída em 1935, com cobogós nas laterais
(Foto: Josivan Rodrigues/ divulgação)

A leveza e a utilidade do cobogó permitem sua versatilidade, pois além de sua utilidade na fachada das residências, ganhou destaque na decoração como divisória de ambientes, balcão e até como pé de mesa.
Se você estava procurando leveza para dentro de sua casa ou apartamento, aposte no cobogó, se você está construindo, vale pensar nesse material como item da fachada.

E qual material escolher?
Madeira, gesso, mármore, louça, resina e esmaltado são excelentes para ambientes internos, já cerâmico e vidro podem ser utilizados na fachada.

Aplicou cobogó na construção? Tem alguma duvida ou quer fazer alguma sugestão?
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Débora Denise

Débora Domingues, 35 anos, aquariana e curiosa. Mãe do João Pedro, 09 anos, sócia da TGB Vidros – Vidraçaria e nas horas de folga, adoro falar sobre construção e decoração.

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