Festinha de aniversário na escola, que saudade!

Uma saudade bateu forte aqui nesta semana: sair de mãos dadas com meninos muito animados para comprar os enfeites e docinhos da festinha de aniversário na escola!

Meu ex-caçula (o filho do meio, que por 10 anos foi meu caçula até a irmãzinha chegar) faz 15 anos e os planos são tão diferentes que meu deu saudade do que, em alguns momentos, achei tão cansativo!

Mãe é assim, né? Sempre dividida nas emoções!

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Como meu aniversário sempre foi nas férias, eu sempre deixei os meninos levarem bolo na escola, independentemente da festinha que teriam em casa. É um momento diferente, especial, querido e geralmente esperado por todos.

🙂

Daí trouxe o tema para quem está nesta fase – e para mim, pois no ano que vem a caçula volta para escola.

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As vantagens da festa na escola são claras:

O ambiente é familiar, os amiguinhos e as professoras já estarão por lá, sem contar que as comidinhas e a decoração não precisam ser tão elaboradas.

Os preparativos não são tão complicados, mas alguns detalhes precisam ser pensados e planejados com antecedência.

Algumas dicas:

Consulte a escola. Este é o primeiro passo e precisa ser feito com algumas semanas de antecedência, dando um prazo para agendar e verificar se já não foi agendada nenhuma festinha para a mesma data.

Convite para os amigos. É importante que os pais das crianças que estudam com o seu filho saibam da festinha. Então, vale enviar um convitinho (com a data e o horário) alguns dias antes da comemoração. Podem ser desde os convitinhos que você compra pronto ou personalizado – caso a festa tenha um tema.

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Decoração. Aposte em algo mais simples, sem muitos detalhes porque a montagem e a desmontagem precisam ser rápidas, como uma toalha de mesa e suportes para as comidinhas.

Espaço e duração da festa. Na maioria dos casos, é a escola que define onde a comemoração pode acontecer e o melhor horário, que costuma ser na hora do lanche das crianças. Nas escolas dos meus filhos o bolo era na sala de lanche ou na própria sala de aulas. O tempo de festa depende de cada escola. Nas escolas dos meus filhos mais velhos, podia ser no dia do aniversário, no horário do lanche, com duração de no máximo 30 minutos. Na escola da pequena, só podia ser na sexta-feira, ocupando as duas últimas aulas, aquele horário do “dia do brinquedo”.

Cardápio. Felizmente, a maioria das escolas restringe doces, refrigerantes e frituras. Eu costumava levar pão de queijo, pipocas, cupcakes e gelatinas em copinhos de plástico. O ideal é um lanchinho leve, não muito diferente do que as crianças estão acostumadas a comer no dia a dia. Docinhos como brigadeiros eu deixava para mandar em marmitinhas naquela sacolinha que vai para casa, assim as mães dos pequenos podiam decidir se queriam dar ou não para a criança. E os maiores podiam comer depois!

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Bolo. Nunca tivemos problemas com amigos alérgicos ou diabéticos e tal. Então, sempre (sempre mesmo) fiz meu tradicional bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro e todo mundo ficava feliz. Eu mandava em um prato descartável para evitar devoluções – e as tias da escola agradeciam, pois acho que sobrava metade do bolo para comerem depois! (risos)

Descartáveis.  Tem que levar para escola e com sobra! E essa era a parte que mais agradava os meninos e que encanta a pequena: pratinhos, guardanapos, copos e chapeuzinhos com o “tema” da festa!

Eu sempre deixei usarem, apesar de ser tão contra o consumismo vazio e o uso de personagens para estimular este lado nas crianças, porque tinha no coração que essa fase duraria pouco. E foi mesmo, pois depois dos 7 aninhos já não tinha mais sentido! Então, com a caçula, libero mesmo! 

Lembrancinhas. É muito comum encher um saquinho de doces e entregar para os coleguinhas depois da festa. Confesso: sou a mãe que joga tudo fora, sem nem olhar direito. Acho péssimo darem um monte de guloseimas para crianças e prefiro quando o saquinho de lembrancinha tem brinquedos simples (como bolhas de sabão e mola maluca) ou materiais escolares (como massinhas de modelar, caderninhos, lápis de cor ou giz de cera).

 

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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