Os animais de estimação estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Segundo dados da última Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2015, o Brasil tem mais de 52 milhões de cães e cerca de 22 milhões de gatos criados em domicílio. Os cachorros estão em 44,3% das residências no País, enquanto os felinos marcam presença em 17,7% dos lares. Com tantos peludos por aí, é cada vez mais comum vermos pessoas levando seus animais soltos no carro, com a cabeça para fora da janela ou até mesmo no colo do motorista. Esse hábito, além de perigoso, pode gerar multa e pontos na CNH. Segundo o artigo 252, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro, dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volumes à sua esquerda ou entre os braços e pernas é considerada infração média (4 pontos na carteira) e passível de multa (R$ 130,16). Outro artigo, o 235, estabelece que conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, é infração grave (5 pontos), que também incorre em multa (R$ 195,23). De acordo com Marcus Romaro, engenheiro de tráfego do Campo de Provas da Ford em Tatuí, levar animais soltos no carro é muito perigoso. “Eles podem atrapalhar a concentração do motorista. Há risco de se enroscarem nos pedais, impedindo o uso dos freios, se necessário. Podem ainda saltar de um lado para o outro ou, em último caso, até mesmo para fora do veículo, caso o animal esteja no colo e os vidros, abertos”, explica. Para evitar que os bichos fiquem soltos no carro, a Ford oferece como acessório a cadeirinha para pet. Segundo Alexandre Capitanio, supervisor de Desenvolvimento de Acessórios da Ford, a cadeirinha é destinada a animais de pequeno e médio porte, até 10 kg, possui altura regulável e deve ser utilizada com coleiras de modelo peitoral. Além disso, o acessório protege o assento do automóvel de resíduos, é dobrável, fácil de transportar e tem um ano de garantia. É um acessório que promove mais conforto para o bichinho de estimação e segurança para o motorista. Segundo Romaro, outra forma de transportar os bichinhos no automóvel é colocá-los em caixas apropriadas para pets e alojá-las no porta-malas, desde que a caixa fique bem presa para que não se movimente durante a rodagem do veículo e que o local tenha ventilação adequada. “Por isso, esse uso é mais indicado para hatches, peruas, vans e utilitários esportivos que permitam a remoção do tampão superior do porta-malas e/ou basculamento dos bancos”, alerta. O engenheiro lembra ainda que o animal deve ser retirado do carro se for necessário parar ou estacionar por um período prolongado.

Como transportar cães com segurança no carro

Os animais de estimação estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Segundo dados da última Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2015, o Brasil tem mais de 52 milhões de cães e cerca de 22 milhões de gatos criados em domicílio. Os cachorros estão em 44,3% das residências no País, enquanto os felinos marcam presença em 17,7% dos lares.

Com tantos peludos por aí, é cada vez mais comum vermos pessoas levando seus animais soltos no carro, com a cabeça para fora da janela ou até mesmo no colo do motorista. Esse hábito, além de perigoso, pode gerar multa e pontos na CNH.

Segundo o artigo 252, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro, dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volumes à sua esquerda ou entre os braços e pernas é considerada infração média (4 pontos na carteira) e passível de multa (R$ 130,16). Outro artigo, o 235, estabelece que conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, é infração grave (5 pontos), que também incorre em multa (R$ 195,23).

O engenheiro de tráfego Marcus Romaro* alerta: levar animais soltos no carro é muito perigoso.

“Eles podem atrapalhar a concentração do motorista. Há risco de se enroscarem nos pedais, impedindo o uso dos freios, se necessário. Podem aindasaltar de um lado para o outro ou, em último caso, até mesmo para fora do veículo, caso o animal esteja no colo e os vidros, abertos.”

Os animais de estimação estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Segundo dados da última Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2015, o Brasil tem mais de 52 milhões de cães e cerca de 22 milhões de gatos criados em domicílio. Os cachorros estão em 44,3% das residências no País, enquanto os felinos marcam presença em 17,7% dos lares. Com tantos peludos por aí, é cada vez mais comum vermos pessoas levando seus animais soltos no carro, com a cabeça para fora da janela ou até mesmo no colo do motorista. Esse hábito, além de perigoso, pode gerar multa e pontos na CNH. Segundo o artigo 252, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro, dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volumes à sua esquerda ou entre os braços e pernas é considerada infração média (4 pontos na carteira) e passível de multa (R$ 130,16). Outro artigo, o 235, estabelece que conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, é infração grave (5 pontos), que também incorre em multa (R$ 195,23). De acordo com Marcus Romaro, engenheiro de tráfego do Campo de Provas da Ford em Tatuí, levar animais soltos no carro é muito perigoso. “Eles podem atrapalhar a concentração do motorista. Há risco de se enroscarem nos pedais, impedindo o uso dos freios, se necessário. Podem ainda saltar de um lado para o outro ou, em último caso, até mesmo para fora do veículo, caso o animal esteja no colo e os vidros, abertos”, explica. Para evitar que os bichos fiquem soltos no carro, a Ford oferece como acessório a cadeirinha para pet. Segundo Alexandre Capitanio, supervisor de Desenvolvimento de Acessórios da Ford, a cadeirinha é destinada a animais de pequeno e médio porte, até 10 kg, possui altura regulável e deve ser utilizada com coleiras de modelo peitoral. Além disso, o acessório protege o assento do automóvel de resíduos, é dobrável, fácil de transportar e tem um ano de garantia. É um acessório que promove mais conforto para o bichinho de estimação e segurança para o motorista. Segundo Romaro, outra forma de transportar os bichinhos no automóvel é colocá-los em caixas apropriadas para pets e alojá-las no porta-malas, desde que a caixa fique bem presa para que não se movimente durante a rodagem do veículo e que o local tenha ventilação adequada. “Por isso, esse uso é mais indicado para hatches, peruas, vans e utilitários esportivos que permitam a remoção do tampão superior do porta-malas e/ou basculamento dos bancos”, alerta. O engenheiro lembra ainda que o animal deve ser retirado do carro se for necessário parar ou estacionar por um período prolongado.
(Cadeirinha para pet, foto de divulgação da Ford)

Então o que fazer?

  • Para evitar que os bichos fiquem soltos no carro, a alternativa é a cadeirinha para pet.
  • A cadeirinha é destinada a animais de pequeno e médio porte, até 10 kg, possui altura regulável e deve ser utilizada com coleiras de modelo peitoral.
  • Além disso, o acessório protege o assento do automóvel de resíduos, é dobrável, fácil de transportar e tem um ano de garantia.
  • É um acessório que promove mais conforto para o bichinho de estimação e segurança para o motorista.

Outra forma de transportar os bichinhos no automóvel é colocá-los em caixas apropriadas para pets e alojá-las no porta-malas, desde que a caixa fique bem presa para que não se movimente durante a rodagem do veículo e que o local tenha ventilação adequada. “Por isso, esse uso é mais indicado para hatches, peruas, vans e utilitários esportivos que permitam a remoção do tampão superior do porta-malas e/ou basculamento dos bancos.” Neste caso, vale lembrar: o animal deve ser retirado do carro se for necessário parar ou estacionar por um período prolongado.

Outra forma de transportar os bichinhos no automóvel é colocá-los em caixas apropriadas para pets e alojá-las no porta-malas, desde que a caixa fique bem presa para que não se movimente durante a rodagem do veículo e que o local tenha ventilação adequada.

“Por isso, esse uso é mais indicado para hatches, peruas, vans e utilitários esportivos que permitam a remoção do tampão superior do porta-malas e/ou basculamento dos bancos.”

Neste caso, vale lembrar: o animal deve ser retirado do carro se for necessário parar ou estacionar por um período prolongado.

Aqui não é tão comum, mas em outros países parece bem normal adotar as “box dog”.

E aí, como você faz para viajar com seu amigo bicho?

* Do Campo de Provas da Ford em Tatuí, SP.

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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