#MudandoDeCasa: Adaptação do Billy

Morei no centro de São Paulo durante toda minha vida e sempre amei cada pedacinho daqui. Quando casei, em 2008, marido sempre brincava que um dia me levaria para morar na Zona Norte da cidade, que lá era o melhor lugar do mundo e essas coisas super bairristas. Em 2016 ele conseguiu! Durante 1 ano e três meses moramos no Mandaqui 🙂 Acordar com passarinhos cantando, muito verde em toda a região e pessoas simpáticas na rua que te dão bom dia ou boa tarde, te conhecendo ou não. Foi lindo!

Mas estamos esperando Benjamin e morar “longe” passou a ser uma dificuldade. Continuo trabalhando no centro de São Paulo e parte da minha família mora por aqui também. Eu fui contra a mudança, bati o pé dizendo que o aluguel no bairro era mais barato, que a gente daria um jeito em relação a distância do trabalho, família e hospitais. Mas uma coisa que estou aprendendo nessa gravidez é a rever algumas certezas minhas. E, então, aceitei mudar!

Chá Revelação: Fazer ou não fazer?

Fechamos um super negócio no aluguel do novo apê, daqueles que você pensa: “é milagre, só pode” e em dez dias fizemos toda a mudança. A pior parte, até agora, tem sido a adaptação do Billy, nosso filhote <3 Eu sempre falo que ele é meio gato, sei que é um estereótipo isso de falar que gato é assim e cachorro é assado, mas Billy parece gato às vezes! Ele gosta da casa dele, dorme o dia inteiro, gosta de ficar no braço do sofá e, dou minha palavra, às vezes tenho a impressão que ele até ronrona.

só a caminhada com o Billy salva. #16weeks #maedepet #maedemenino #babycmartinez

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Morar perto dos meus pais facilitou o processo, Billy já foi se acostumando a andar pelo bairro noivo, com o barulho da rua e criou o seu caminho para as caminhadas. Explico: ele faz sempre o mesmo trajeto de ida e volta para casa, era assim na ZN e está sendo assim agora no centro. Isso ajudou bastante, mas nosso maior receio era saber como ele aceitaria a casa nova.

A primeira noite foi difícil, Billy ficou olhando para a porta, esperando minha mãe voltar, rs! Antes dela sair, ele quase saiu no elevador com ela e depois ficou com cara de dó. Latiu muuuuito com qualquer barulho, rosnava para o próprio rabo, fez xixi na sala (que já sabemos que é o ato de revolta dele). Só sossegou quando Tiago chegou em casa e acho que começou a entender o que estava acontecendo. Dormiu no quarto com a gente, como era o costume e foi ficando mais calmo cada vez mais, ufa!

Cachorro mais calminho na manhã do segundo dia em casa <3

Ainda estamos nos primeiros dias, a adaptação será aos poucos. Em setembro, viajaremos ficando 12 dias fora. Estou tensa, confesso! Mas ele ficará bem acompanhado e até lá esperamos que ele tenha se acostumado mais com a casa e rotina nova. São muitas mudanças em pouco tempo, se eu que sei exatamente o que está acontecendo, já fico cansada e confusa às vezes, imagina o Billy, né?

Vocês tem sugestões de como adaptar os animais depois de mudanças muito bruscas? Preciso de dicas! Afinal, a maior mudança de todas ainda está por vir… chega em janeiro do ano que vem e aí eu quero ver como o filhote vai reagir ao humaninho Benjamin <3

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Sara Martinez, 30 anos, Jornalista, cristã, “mãe” do cachorrinho Billy. Escreve sobre o amor que sente por São Paulo no @pelocentro, onde compartilha dicas da cidade juntamente com sua irmã. Gosta de desenhar palavras coloridas no @fasesinfrases. É maratonista profissional de seriados no Netflix, inscrita em mais canais do que consegue assistir no YouTube e leitora apaixonada. No Twitter e Instagram: @sarafcmartinez.

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