Testamos e aprovamos: Escape Hotel

Finalmente reunimos os adolescentes do grupo para uma escapada de férias. Desde o verão estamos tentando reunir os meninos mais velhos da turma, filhos da Ana Maria e os meus, mas nunca conseguimos conciliar as agendas deles! Graças a um apoio dos paizões Guilherme e Jorge hoje deu certo e os garotos curtiram o Escape Hotel juntos.

Para quem não sabe, esse é um espaço ambientado para uma experiência imersiva no universo dos jogos de escape.

Veja como é legal:

Ao entrar na recepção, os jogadores fazem check-in e são conduzidos à sala de jogo de fuga previamente reservada, onde têm exatos 60 minutos para procurar pistas, decifrar enigmas e encontrar a saída.

Criado pelas empresárias brasileiras Vanessa Von Leszna e Patrícia Estefano, o Escape Hotel fica em um charmoso prédio de três andares em São Paulo e oferece salas com jogos roteirizados para diferentes públicos e faixas etárias.

  • Para times de 3 a 8 pessoas, as opções são Cena do Crime (investigação estilo Sherlock Holmes), Loira do Banheiro, Drácula e Templo Maia (aventura a la Indiana Jones).
  • Para equipes de 6 a 12 jogadores, a pedida é a sala A Máfia, que mistura escapada e jogo de tabuleiro.

Crianças de 8 a 11 anos podem participar dos jogos, acompanhadas de um adulto.

E pra quem ficou curioso, fica a dica:

Até 31 de julho, quem levar quatro pessoas vai entrar na faixa para jogar de terça a sexta-feira nas salas do Escape Hotel.

Tem Cena do Crime (investigação estilo Sherlock Holmes), Drácula (será possível escapar do conde Vlad?), Templo Maia (aventura a la Indiana Jones), Loira do Banheiro (lenda urbana mais famosa do Brasil) e A Máfia (game com pegada gângster que combina elementos de fuga e de tabuleiro).

A casa funciona de terças a sexta-feiras, das 10h às 23h. Fica na Avenida Pedroso de Moraes 832, em Pinheiros/Vila Madalena (São Paulo/SP).

Veja a opinião dos Nerds:

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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