O bebê de Bridget Jones

A série Bridget Jones, a primeira trilogia da história do cinema a ser dirigida apenas por mulheres e icônica por representar em altos e baixos, erros e acertos, desventuras e amor, a vida de uma mulher como qualquer uma de nós, através das mãos da escritora Helen Fielding, gerou suspiros e torcidas ao redor do mundo. Falo por mim, pois sou fã da honestidade e lealdade de Bridget, sempre ri alto e quase chorei por vergonha alheia, torcendo – claro – pelo seu empoderamento pessoal.

Confesso que nunca li os livros que inspiraram os filmes e, que aliás não tem relação com este filme mais recente, porém me apaixonei por cada cena exibida nos cinemas. Fã incondicional de Collin Firth e Renée Zellweger, eu nunca passaria ilesa por essa história e ainda que em nosso caminho houvesse o garanhão interpretado por Hugh Grant, minha torcida sempre foi pelo casal às avessas. Opostos são meus favoritos!

E apesar disso tudo, após a estréia eis que demorei quase um ano inteiro para assistir ao filme que dá continuidade a essa história toda. Uma continuidade aguardada pelo desenrolar daquele amor, das inspirações sobre a continuidade de nossos pares favoritos. E sorrindo encantada por um romance familiar, mas especialmente pela participação perfeita de Patrick Dempsey como Jack Qwant, hoje eu conferi como se deu essa nova aventura. E posso contar? Amei o filme! 🎥

Foi difícil demais ficar em cima do muro, na torcida por ambos possíveis pais. Quem diria que Mark Darcy estaria ofuscado algum dia por um “nice guy” tão fofo quanto o personagem de Dempsey.

Para quem ainda não assistiu…

 

SINOPSE

Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para um lazer de fim de semana, que por acaso é um festival de música pop que inclui Ed Sheeran, ela acaba “acidentalmente” dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey), um verdadeiro cavalheiro entre meros mortais. Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, a vida a coloca diante de Mark Darcy (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam dormindo juntos. Mais algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a “revelação”, enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê de Bridget Jones, entusiasmados a seu modo e dando início a cenas muito fofas de expectativa familiar.

Vejam as fotos abaixo e espiem o trailer, então garanto que vão arranjar um tempinho para conferir.

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O Bebê pode não ter o frescor de O Diário, mas certamente é um esforço mais honesto – e humano – de atualizar a fase em questão da vida da personagem, principalmente em comparação com o show de ciumeira de No Limite da Razão. Bridget Jones está mais madura. Ou não. (Ufa!)

(Por Renato Hermsdorff – AdoroCinema)

 

 

Depois me contem se gostaram! 😘

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Paranaense de coração, vivendo há 10 anos na conexão Rio/Niterói. Sou Relações Públicas, especialista em gestão de pessoas. Abraço a maternidade em tempo integral na minha jornada como mãe do @guri_feliz #aos9 e do @guri_valente #aos4. Fotógrafa nas horas livres e paparazzi dos filhos, também amo cinema, sou muito fã da cultura pop, quadrinhos e seriados de TV. Com Caio e Vicente inventamos muito #lazercomfilhos e artes de um modo geral! E se sobra tempo, a gente se joga nas viagens...

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