Aprendizagem escolar: rotina e convivência

Há uma grande diferença entre as crianças e os estudantes que nós fomos um dia e os estudantes que nossos filhos são (ou serão). Em inúmeros casos, as ferramentas de estudo, o diálogo e a rotina adotada na nossa época já não condiz com o formato de educação escolar proposto por diferentes segmentos escolares atualmente. E não há discussão no fato de que tecnologia e um sem fim  de informações interferem na vida de nossos filhos/alunos.

O que prevalece é o fato de que os pais e/ou responsáveis devem acompanhar de perto o desenvolvimento das crianças e adolescentes no âmbito acadêmico, inclusive de maneira mais próxima do que foi na nossa época, colaborando com as instituições de ensino e reforçando os laços da comunidade escolar.

Os assuntos acerca da vida escolar e das muitas faces de relacionamentos, desafios, ganhos e perdas, em meio às aulas e atividades extracurriculares propostas nessa fase tão rica e única são, com muita frequência, algo que me chamam à reflexão. Eu diria, francamente, que é algo que me tira o sono inclusive.

E ontem eu lia, brevemente, um material publicitário que aponta para essa reflexão. Transcrevo abaixo:

“O envolvimento com a educação do filho deve começar desde pequeno, até mesmo com as crianças que acabaram de vencer a alfabetização, aos 8, 9 anos. Em geral, os pais são conscientes que uma boa formação educacional terá impacto no futuro dos filhos. Mas quando se discute como a família lida com a educação das crianças, alguns erros são comuns.

É bem normal os pais darem pouca atenção ao aprendizado na infância, achar que é tudo brincadeira. Outro erro é encarar a rotina de casa e da escola como coisas independentes, deixando todo o peso da aprendizagem nas costas da escola. Um estudo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) concluiu que se os pais não seguem de perto a educação do filho, o empenho nos estudos fica comprometido e o índice de faltas também é maior”.

 

Esse material cuja referência vai ao encontro das minhas opiniões, faz parte de um conteúdo da Rede Positivo, que conheci por diferentes fontes, há anos atrás, no círculo acadêmico do Paraná, onde nasci e tive minha formação educacional. Gosto da ótica e das propostas deles. Não à toa, o Grupo cresceu muito, avançando país afora.

Sob o cuidado da educadora Audry Castello Branco, fica registrado o papel dos pais na educação dos filhos.

 

Mergulhe na rotina

Fazer a sua parte é mais fácil do que você imagina. Independentemente da fase escolar do seu filho, conecte-se à rotina dele. Comece criando um ambiente favorável ao estudo: um espaço iluminado e com os materiais necessários ao aprendizado. Se ele ainda não tem, ajude-o a criar um cronograma com horário para estudar, brincar e descansar.

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Na hora do estudo, interesse-se pelos assuntos que ele está aprendendo, auxilie nas dúvidas e tente mostrar exemplos práticos para ilustrar a matéria. Até mesmo os jogos de tabuleiro são ferramentas importantes. Eles reforçam os laços, divertem e passam noções de estratégia, planejamento, respeito às regras e trabalho em equipe.

Mas a tecnologia está aí também para auxiliar. É comum ver aulas de multimídia, pesquisas e aplicativos bastante motivadores. E como a geração atual domina a tecnologia, esses mecanismos despertam o interesse dos estudantes e podem facilmente ser acompanhando pelos pais.

Quem acompanha de perto o desenvolvimento escolar do filho também pode identificar mais facilmente qualquer dificuldade que a criança apresente. Dessa forma, será possível agir antes, seja buscando ajuda na escola ou de profissionais externos, se esse for o caso.

Mas o engajamento dos pais no acompanhamento do aprendizado dos filhos só é total se a escola permitir essa aproximação de fato, abrir esse espaço. Informe-se de como é a participação dos pais no aprendizado antes de matricular seu filho.

Há um infográfico bem interessante e ilustrativo sobre essa organização de tarefas e rotina. Vale a pena observá-lo! E seguimos adiante! Afinal, nossos filhos amam estudar, porém muitos deles odeiam ser obrigados a fazê-lo. E, por certo, aprender e crescer deve envolver prazer e não a sensação de obrigatoriedade e castigo!

Fonte do anúncio: portal G1 e Programa Encontro

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Paranaense de coração, vivendo há 10 anos na conexão Rio/Niterói. Sou Relações Públicas, especialista em gestão de pessoas. Abraço a maternidade em tempo integral na minha jornada como mãe do @guri_feliz #aos9 e do @guri_valente #aos4. Fotógrafa nas horas livres e paparazzi dos filhos, também amo cinema, sou muito fã da cultura pop, quadrinhos e seriados de TV. Com Caio e Vicente inventamos muito #lazercomfilhos e artes de um modo geral! E se sobra tempo, a gente se joga nas viagens...

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