Presença do pai no ato de brincar ajuda a reforçar laços afetivos

Passamos a semana falando do brincar e hoje, dia de ficar em família, trago um artigo para pensarmos sobre a importância do pai neste contexto.

Brincar é fundamental! Para a criança, funciona como um ensaio sobre o mundo. É onde ela pode desenvolver e ampliar suas percepções acerca de seu universo. 

Para os pais, um momento de formar vínculos, ser participativo na vida dos filhos e até mesmo soltar um pouco a imaginação e descarregar o estresse. 

E isso não é apenas papel das mães, não! Os pais também podem e devem abrir mão de sua postura mais durona e se entregar às brincadeiras. 

“As energias feminina e masculina são diferentes. Enquanto o feminino é mais do cuidado, das histórias, da suavidade, da casinha (no bom sentido), o masculino é mais guerreiro/ aventureiro, corporal”, destaca a pedagoga Maria Lúcia Medeiros, coordenadora executiva do movimento Aliança pela Infância.

Claro que tanto mãe como pai podem brincar de tudo com a criança, mas o pai é aquela pessoa que tradicionalmente ensina a jogar bola, andar de bicicleta, de skate, subir em árvore… “O pai geralmente brinca com algo que tenha uma energia física mais envolvida, como empinar pipa, brincar de pega-pega ou outras brincadeiras de correr (costumamos chamar de brincadeiras agonísticas ou do fogo)”, diz a pedagoga.

O ato de brincar é sempre um fortalecimento de vínculos. 

Para o pai, estar presente nesta atividade ajuda a reforçar a afetividade, a confiança, o companheirismo, a cumplicidade. Ou seja, estreita a relação. 

“O filho percebe o pai como uma pessoa presente em sua vida, uma pessoa que pode confiar, admirar, imitar… O pai também entra no universo da criança, passa a conhecê-la e compreendê-la melhor”, frisa.

🙂 

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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