O que mudou no processo de alfabetização das crianças

Recebi hoje um release que veio ao encontro de algumas necessidades no meu dia a dia como mãe de dois garotos e muito potencial, mas que assim como outras tantas mães mundo afora, encontra-se à mercê de muitos desafios e atividades tentadoras que tiram o foco dos estudos dos filhos, levamdo-nos à loucura.

Alguma familiaridade com o que vivem por aí? Leiam o relato.

[…] Mãe e filha, Roberta e Tais Bento, foram convidadas pelo Kumon a palestrar na Bett Educar. No primeiro dia da maior feira de educação da América Latina, Bett Educar, mãe e filha Roberta e Tais Bento, idealizadoras do projeto “Socorro, meu filho não estuda!”, falaram sobre o processo de alfabetização das crianças e como essa parte do desenvolvimento da criança mudou tanto de algum tempo para cá.

Da mesma maneira que a aprendizagem é processada por nós, ela também foi com os nossos avós, pais e será com nossos filhos e netos. A diferença está em como o cérebro é desenvolvido e estimulado.

Depois de algum tempo estudando o cérebro e o desenvolvimento das crianças, mãe e filha entenderam que existem três fatores de sucesso que preparam o cérebro para o processo da aprendizagem. São eles:

Atividade física: ajuda a produzir neurônios. A perda de neurônios é algo natural, mas estimular o cérebro e o corpo é necessário;

Dormir: elimina as toxinas que atrapalham as ligações entre os neurônios (conhecido também como processo de limpeza do cérebro). Se a criança não tem o hábito de dormir o tempo suficiente para o cérebro processar toda a informação do dia, o costume deve ser apresentado à ela gradativamente até que ela esteja dormindo o tempo necessário, 15 minutos a mais de sono cada noite, por exemplo;

Prática espaçada: mais conhecida como tarefa. Refazer o exercício ou retomar o que foi ensinado. Quando o professor passa um conteúdo para o aluno, ele fica salvo em forma de rascunho no cérebro da criança. À noite, o cérebro joga fora tudo o que estiver em formato de rascunho. Se o aluno retomar depois, em casa, o que foi ensinado, o conteúdo não ficará mais salvo em formato de rascunho, ou seja, não será jogado fora pelo cérebro. Essa é uma prática usada pelo método Kumon.

O Kumon pode ser uma oportunidade prática que a criança acaba não tendo em casa. O mundo profissional está demandando cada vez mais dos pais e não ter tempo para ajudar nas tarefas de casa da criança é normal.

“Os assuntos não assimilados são revistos, pois o objetivo é desenvolver um aprendizado sem lacunas”, diz Mariana Bruno Chaves, chefe do Departamento de Desenvolvimento de Material Didático de Língua Pátria do Kumon. Além disso, os conteúdos fornecidos abordam temas que vão desde a pré-escola até a universidade. O material didático independe da idade e série escolar do aluno, ou seja, está de acordo com o desenvolvimento de cada um. A cada encontro, o aluno recebe o feedback de seu orientador, por meio do qual fica ciente de seu desempenho, recebendo, também, a programação das aulas seguintes.

Sobre o Kumon

Criado no Japão em 1958, pelo professor Toru Kumon, o método utiliza os chamados exercícios-guia para que o aluno realize as atividades com o mínimo de intervenção do orientador. Somente após absorver totalmente a informação, avançam para os níveis subsequentes. “O aprendizado segue na simplicidade do papel e lápis. O que se escreve de próprio punho não se esquece, e é isso que faz com que o Kumon esteja em tantos países”, diz Masami Furuta, presidente da empresa no Brasil. O método está presente em 50 países e reúne 4,35 milhões de estudantes. No Brasil são aproximadamente 1500 unidades em 550 cidades, somando mais de 160 mil alunos, dos 180 mil na América do Sul.

Aí na sua família, já houve contato com esse método de ensino? Foi positivo ou negativo?

Ano retrasado passado experimentamos essa ferramenta de apoio educacional por três meses e, tanto o ritmo, quanto a expectativa de responsabilidade e comprometimento com o ensino e o reforço do conteúdo ensinado, foi muito interessante para toda a família. Meu filho, #aos7 acabou saindo por causa de mudanças no horário, mas hoje acho que seria importante introduzir essa mesma metodologia novamente.

Por isso comecei meu texto dizendo que o assunto vinha a calhar… Seguimos aqui sempre pensando em boas estratégias e na melhor análise para educar e formar nossos filhos.

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Paranaense de coração, vivendo há 10 anos na conexão Rio/Niterói. Sou Relações Públicas, especialista em gestão de pessoas. Abraço a maternidade em tempo integral na minha jornada como mãe do @guri_feliz #aos9 e do @guri_valente #aos4. Fotógrafa nas horas livres e paparazzi dos filhos, também amo cinema, sou muito fã da cultura pop, quadrinhos e seriados de TV. Com Caio e Vicente inventamos muito #lazercomfilhos e artes de um modo geral! E se sobra tempo, a gente se joga nas viagens...

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