Como se estimula a criatividade? 

Como se estimula a criatividade? Com insumos e também com reconhecimento.

Desenhar, brincar de massinha, escrever, recortar e colar não é atividade que precisa – nem deve! – ficar restrita à escola. Em casa a criança deve ter um espaço livre para criar, com insumos de boa qualidade e apoio da família. 

Muita gente me fala que opta por materiais mais baratos para os pequenos “porque eles vão estragar mesmo” e que só quando as crianças ficam maiores, na segunda infância, oferecem qualidade.

Bom, eu discordo veementemente.

Quem mais precisa de materiais que respondam bem – do lápis que não quebra, da cor que aparece mesmo com a mãozinha frágil desenhando com ele, da mansinha que não seca facilmente, da canetinha com ponta que não estraga fácil – é o menor, o que está começando a usar essas ferramentas. 

E até eles podem aprender a guardar tudo depois, a ter prazer em cuidar do que é seu.

O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, possibilidades, relações sociais, elabora sua autonomia de ação, organiza emoções.

Criar algo com instrumentos de escrita, ouvir música e ler livros podem auxiliar as crianças a descobrirem o enorme prazer de pintar, desenhar, jogar, cantar e ler, enfim desfrutar sem pressões acadêmicas ou pretensões didáticas.

Para isso, basta garantir em casa espaços e materiais específicos para que as crianças possam exercitar intensamente o ato criativo. Os materiais não precisam ser sofisticados para desenvolver a criatividade.
Ao contrário! O importante é oferecer materiais e condições para que as crianças se sintam livres para desenvolver seus processos de expressão artística.

O vídeo abaixo mostra como os materiais mais singelos são os melhores presentes para crianças!

Ah, e para quem ficou curioso para ver em detalhes o que a pequena ganhou de 4 anos, no instagram mostrei produto a produto.

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Sam Shiraishi

Paranaense, Jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela. Mooquense de coração. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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