Dica de filme: O maior amor do mundo

Eu adoro ver um filminho no final de semana. Tem gente que faz maratona de série, eu busco na Netflix filmes que me façam bem e aos sábados, vai entender, gosto de romances ou comédias românticas.  Mas este que eu indico hoje acabei vendo na “noite do futebol”, aquela em que o marido esquece da vida vendo o pay-per-view e depois todos os programas comentando os jogos e que há anos eu aproveito para ver coisas que ele acharia água com açúcar demais!

(risos)

Confiei no elenco estelar e no diretor, Garry Marshall, especialista em comédias românticas que fez os clássicos “Uma Linda Mulher” (1990) e “Noiva em Fuga” (1999). Ah, para quem gosta do estilo, ele também mostrou Los Angeles no Dia dos Namorados e Nova York na véspera de Ano Novo, por isso confiei neste filme sobre o Dia das Mães.

Para começar, é sempre curioso para mim ver Jennifer Aniston como mãe. Sim, sei que ela tinha uma filha em Friends, mas não venço as entrevistas dela dizendo que não sente falta de ser mãe e etc e tal! Enfim, a personagem dela, Sandy, uma mãe de dois filhos, liga todas as histórias em seus seis graus de separação e todas são associadas à maternidade e culminam com o Dia das Mães. A gente adivinha tudo já no começo, mas assiste mesmo assim.

Sandy é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

O filme é uma celebração de mães de todos os tipos, onde quer que estejam.

A história conta o que acontece quando três gerações de mães e filhos se reencontram nos dias que antecedem o Dia das Mães, com muitas risadas, lágrimas e, claro, muito amor de mãe.

Recomendo, mas olha, não é filme para ver com crianças pequenas, tá? Há alguma confusão sobre os formatos de família e referências a sexo, então, eu veria sem crianças para a diversão ser mais leve e não ter que explicar o desnecessário.

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Sam Shiraishi

Paranaense, Jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela. Mooquense de coração. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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