Quer amar de verdade? Seja como um cão!

Por que os cães vivem menos que as pessoas?

Recebi por WhatsApp essa história que traz a resposta de uma criança de 6 anos.

É para nossa série Histórias Inspiradoras

#abreaspas

Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão de 13 anos de idade chamado Batuta. 

A família esperava por um milagre.

Examinei Batuta e descobri que ele estava morrendo de câncer e que eu não poderia fazer nada… 

Batuta foi cercado pela família. 

O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. Ouvi a mãe se perguntando por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?…

Pedro disse: 

– Eu sei por quê.

A explicação do menino mudou minha maneira de ver a vida.

Ele disse: 

– A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós.

Entendeu?


Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:

Quando seus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los.

Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear.

Permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto sejam de puro êxtase.

Tire cochilos.

Alongue-se antes de se levantar.

Corra, salte e brinque diariamente.

Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” for suficiente.

Em um clima muito quente, beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore frondosa.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Delicie-se com a simples alegria de uma longa caminhada.

Seja fiel.

Nunca pretenda ser algo que não é.

Se o que você quer, está “enterrado”… cave até encontrar.

E nunca se esqueça: 

“Quando alguém tiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali..”

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Sam Shiraishi

Cristã, jornalista, mãe de Enzo, Giorgio e Manuela, casada com Guilherme. Paranaense que caiu de amores pela Mooca em 2005. Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena.

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