5 Dicas de como se organizar com medicamentos e apoio médico em viagens

Pensando em viajar em breve, quando teremos férias no Rio de Janeiro, acompanhando os dias selecionados para o calendário Olímpico, eu estou sempre de olho nas notícias relacionadas a estradas e aeroportos. E hoje, ganhou minha atenção uma dica do Ministério da Saúde em seu perfil no Instagram (@minsaude) em que falavam sobre o acondicionamento dos remédios durante a viagem, mais especificamente em viagens aéreas. 
E por que eu me surpreendi? Porque eu costumo retirar os medicamentos da caixa original quando viajo. Motivo? Poupar espaço na bagagem. Olha o erro!

Na verdade, levo sempre os meus meninos ao pediatra antes das viagens para uma avaliação clínica e até para tirar dúvidas sobre os riscos em determinados destinos turísticos. Por exemplo, em 2015 viajamos para a Chapada Diamantina, na Bahia, para passeios que envolviam caminhadas, cachoeiras, cavernas e escalada. Para àquela região, precisávamos da vacina de febre amarela, além de alguns medicamentos específicos para quedas, arranhões e possíveis alergias.
Como o meu caçula é muito alérgico a picadas de insetos e a determinados alimentos, o pediatra me ajuda a relacionar os medicamentos certos caso haja a necessidade e não tenhamos um apoio médico imediato no local onde estaremos. Então, naquele caso, antialérgicos em solução e pomadas, estavam presente na minha “farmacinha”.

E todas as mães tem a sua, inevitável. Por prudência ou movidas por episódios em que os sustos já traumatizaram as famílias, sei que não sou a única a viajar com os remédios à mão. Então vale o cuidado sobre como incluí-los na bagagem e assim como já fazemos em todas as viagens internacionais (porque acabamos sendo mais cuidadosos quando vamos para o exterior), vale o seguinte:

  1. Levar a receita do medicamento junto da caixinha;
  2. Observar a quantidade necessária para não faltar e aí passar um apuro;
  3. Se for o caso, um laudo/recomendação médica para atendimentos de emergência; 
  4. Se for antibiótico, sempre peço uma segunda receita ao médico e levo um vidro a mais, porque já passei muitas vezes por acidentes com o vidro quebrado (quando a criança se agita) e aí acabei com o tratamento interrompido. Isso parece azar, mas é mais comum do que se imagina!
  5. E antes de tudo, verificar se há unidades de saúde, clínicas particulares ou hospitais na cidade onde você irá se hospedar. Vale checar se aceitam o convênio e, dependendo do tempo de permanência no local, até solicitar recomendações de pediatras a amigos e conhecidos que vivam no local. 
Com a saúde não se brinca, não é?! E tenham certeza, eu viajo com meus filhos desde que o mais velho tinha 17 dias de vida. Temos pediatras que viraram “amigos” em pelo menos 4 ou 5 cidades do país e em metade de nossas viagens, precisamos de um apoio médico pra mim ou para as crianças. E mesmo que vocês não precisem (com sorte), não custa nada se prevenir. #ficaadica


(Por @TiffanyStica, mãe do Caio #aos8 e Vicente #aos3 na conexão Rio/Niterói) 
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Paranaense de coração, vivendo há 10 anos na conexão Rio/Niterói. Sou Relações Públicas, especialista em gestão de pessoas. Abraço a maternidade em tempo integral na minha jornada como mãe do @guri_feliz #aos9 e do @guri_valente #aos4. Fotógrafa nas horas livres e paparazzi dos filhos, também amo cinema, sou muito fã da cultura pop, quadrinhos e seriados de TV. Com Caio e Vicente inventamos muito #lazercomfilhos e artes de um modo geral! E se sobra tempo, a gente se joga nas viagens...

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