8,4 milhões de crianças sírias afetadas pela Guerra

Na semana passada, ainda primeira quinzena de abril, alguns noticiários de TV repercutiam a origem e o destino de milhares de crianças sírias “desaparecidas” na atual movimentação dos conflitos socioeconômicos e imigratórios que movimentam toda a Europa. Quando não estampam as manchetes de jornais e portais de notícias, em verdade, seus dramas parecem não nos dizer respeito, concordam?! Sem agressões ou pressão, mas cobrando sim um pouco mais de empatia e solidariedade, eu me vejo refletindo sobre esse “sumiço” mas sinto um vazio de interesses e uma falta sequer de “eco” para meus próprios questionamentos. 
No último dia 15 de março deste 2016, a guerra na Síria completou cinco anos. E neste período em que, por estimativa fisiológica, uma única mulher poderia ter tido cinco gestações, por exemplo, o UNICEF calcula que 3,7 milhões de crianças do país tenham a mesma idade que o conflito ou mais. Atentem para os número! 😱😱

(Crédito: UNICEF / Al-Issa)

Para essas crianças, a vida em meio à guerra é o único cotidiano que conhecem. Em um clima de perdas infinitamente maior do que de ganhos, essas crianças tem convivido com a destruição de suas cidades e país, com a perda de finalizares e a incerteza. Doenças, desestruturar familiar e a própria morte passam a ser tão recorrentes que eu prefiro me calar porque nunca experimentei dor semelhante. 
Dentro da nação em guerra ou em países próximos, a agência da ONU estima que 8,4 milhões de crianças sírias já foram afetadas pelos confrontos.
A ONU negocia com as partes, em Genebra, uma saída política — a única solução duradoura para a crise. 
“Grupos diversos, ligados à Governos e instituições de direitos humanos, tentam localizar e resgatar dados a respeito do paradeiro de crianças que fugiram dos confrontos e não foram adotadas ou conduzidas à abrigos. Algumas podem ter chegado às mãos de parentes em países diversos, sem registro, outras podem estar nas mãos de exploradores infantis. Falo de tráfico humano, exploração de mão de obra infantil, exploração sexual e venda de órgãos”. Vamos rezar por essas crianças e também doar, ajudar! 
Impossível não refletir a respeito. 

Foto: @unicef_iraq
 “Meu nome é Mohamed e eu tenho 13 anos. Eu quero ser um engenheiro civil quando eu crescer. Eu vou voltar para a Síria e construir estradas e prédios.” 
O jovem Mohamed é uma das 8,4 milhões de crianças sírias afetadas pela guerra. Por causa do conflito, ele fugiu de seu país e buscou abrigo no Iraque, onde vive em um campo de refugiados.
O @unicef conta com um amplo programa de assistência que planeja levar educação para 4 milhões de jovens e crianças dentro da Síria ou em países vizinhos, como é o caso de Mohamed.
Vamos acompanhar e movimentar nossas redes sociais para sermos também uma rede de apoio. 
Eu QUERO FAZER MAIS e vocês? 
(Por @tiffanystica mãe de Caio #aos8 e Vicente #aos3). 
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