Combatendo a dengue de Norte a Sul #nossacidadesemdengue​

Criada no Sul, eu tenho aquela impressão de que assim que o frio chegar, os insetos se vão. No entanto, estes dez anos vivendo no Sudeste me ensinam a sempre duvidar do clima e confiar mais nos meus instintos de mãe para proteger a família, afinal, nem sempre esfria e as chuvas são bem variáveis por aqui. Esse “papel de mãe” que pensa na família o tempo todo e usa todos os recursos e conhecimentos possíveis para preservar a saúde dos seus amados, é, como já comentei por aqui no nosso “perrengue com a dengue” há dois meses, a garantia de que nossa casa é um refúgio seguro, com proteção inquestionável. Mas o que a dengue nos ensina em 2015 é uma lição que nem todo mundo tinha a boa vontade de aprender: a de que não basta cuidar da família da gente, é preciso olhar para a comunidade toda. Os vizinhos, os moradores do bairro, da cidade.

E, no meu caso, por eu estar em constantes viagens – nestes últimos meses, a cada 15 dias eu estava num estado diferente – a gente precisa se preparar para cuidar do planeta todo. Estive em Minas Gerais, Parana, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro e em todo lugar a preocupação existia, mas nem sempre as pessoas com quem eu conversava tinham segurança das informações sobre o Aedes aegypti. Aonde quer que é vá, tenho um discurso na ponta da língua, com informações confiáveis que aprendi no site especial criado por SBP com o movimento #nossacidadesemdengue​. Para termos todas as cidades sem dengue: faça sua parte e compartilhe informações.

No site site nossacidadesemdengue.com.br há cartões informativos que podem ser compartilhados no Facebook e Twitter e em segundos, de um jeito bem objetivo e claro, mostram como podemos tomar atitudes relativamente simples para mudar esta realidade que lembra uma epidemia. E como toda epidemia, a Dengue não escolhe bairro, classe social, idade… é uma doença que precisa ser combatida por todos – pois não basta apenas a sua casa estar livre do mosquito se o seu vizinho também não fizer a parte dele – e por isso simpatizo tanto com o movimento #nossacidadesemdengue​ que fornece gratuitamente informações seguras e confiáveis sobre a doença e ensina diversas formas de combatê-la dentro e fora de casa, para que as pessoas falem sobre o assunto com seus amigos, vizinhos, familiares, e disseminem a informação. Cuidando para que cada um faça sua parte.


P.S. E para quem acha que “sabe tudo” ou (pior!) que está livre deste risco, um alerta: um estudo, realizado com 1.000 pessoas de 25 a 55 anos, de São Paulo e do Rio de Janeiro, mostrou que, apesar de 93% dos entrevistados saberem que a doença é transmitida pela picada do mosquito da dengue e 88% até reconhecê-lo (pelas perninhas listradas), ainda é grande a falta de informações em relação aos hábitos do mosquito.

Faça parte da nossa turma também!

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Posted by Mães (e pais) com filhos on Quinta, 7 de maio de 2015

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