Pai também tem sexto sentido!

                                         

     

O
Sexto sentido, também definido como percepção extra-sensorial ou intuição,
geralmente está relacionado às mulheres.
Notem
que sempre mencionamos, que nós, mulheres possuímos um sexto sentido maior, até
pelo fato de nos tornarmos mães e estarmos mais atentas aos fatos relacionados
com nossos filhos.
No
entanto, o ser humano é capaz dessa intuição, até porque existem pais
extremamente corujas e participantes ativos da vida dos filhos, como é o caso
do meu marido.
Nossa
filha Alice até 1 ano de idade foi extremamente saudável, até quando, com 1 ano
e 1 mês teve sua primeira Infecção urinária. Até aí, tudo normal, já que a
infecção é uma doença comum principalmente nas meninas.
No
entanto, curava de uma infecção e entrava em outra, fato que fez com que o
pediatra dela sugerisse procurar um especialista.
Assim
fizemos… Consultas, exames e muita preocupação de toda a família, descobrimos
uma disfunção genética chamada Refluxo Vesico Ureteral (RVU), que consiste na
volta da urina pelo ureter, podendo voltar aos rins, o que causa a infecção. A
Alice possuía o grau 4 entre 5 graus existentes da disfunção.
A
médica especialista sugeriu que fizéssemos a cirurgia para correção, o que
poderia curar ou diminuir o grau do refluxo. Diante da avaliação da médica, meu mundo acabou! Fiquei
totalmente em pânico!
Imaginem
o desespero em fazer a cirurgia ( considerada aberta – de grande proporção) em uma criança que teria que ficar pelo
menos 1 semana com sonda, dores e, talvez, voltar a fazer outra cirurgia mais
tarde em caso do insucesso da primeira!
Foi
nesse ínterim que meu marido, calmo e extremamente centrado (sempre digo que é extremamente evoluído espiritualmente), pediu para que
procurássemos a opinião de outro nefrologista.
Dessa
vez, procuramos o melhor e mais conhecido no PR, que atende no Hospital Pequeno
Príncipe em Curitiba.
Refeito
os exames, o segundo nefro nos acalmou (juntamente com o pediatra) e disse para
esperarmos a evolução da Alice até os três anos, para então, tomarmos a decisão
da realização cirurgia.
Agora, deveríamos tomar uma decisão.Enquanto eu insistia na cirurgia, meu marido era a favor da espera.
Meu
marido e eu conversamos diante de opiniões tão diversas e decidimos esperar (sabendo dos riscos que corríamos no caso de novas infecções afetarem os rins da Alice).No entanto, segundo recomendação médica, a Alice precisaria
tomar antibióticos diariamente como forma de prevenção da infecção (e tomava
direitinho sem reclamar)!
Com
muita oração e após 1 ano de antibióticos a Alice recuperou-se. Não teve mais
infecções e foi liberada dos antibióticos.
Além
disso, seus rins estão em perfeita ordem, sem nenhum resquício, conforme comprovou o exame de cintilografia.
Por
isso, digo que meu marido foi essencial nesse processo. Seu sexto sentido foi
preciso e acalmou toda a família!
Tomamos a decisão acertada.
Agradeço
a Deus pela sua vida meu amor!
Agradeço
por nunca ter perdido a fé!

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